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Notícias

28 de outubro de 2014 Por Gustavo Godinho

Quem é o cantor?

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Na teledramaturgia, há atores relativamente bons de música. Algumas personalidades conhecidas das novelas e do cinema também se arriscam no mundo da música e o resultado é surpreendente. Uns mandam bem e arrebanham um público fiel também na seara musical. Outros, desafinam um pouquinho, são hostilizados e se tornam piadas na internet.

Abaixo, alguns ícones da TV que se arriscam na música. Artistas como Alexandre Nero, Wagner Moura e Marcelo Serrado são habitués dos palcos brasileiros. Mas você sabia que o apresentador Ciro Bottini já tentou seguir a carreira de cantor? Veja:

Alexandre Nero:

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Alexandre Nero manda muito bem também nos vocais. Talvez por isso o ator tenha lançado nove discos ao longo de sua carreira. Atualmente interpretando o protagonista José Alfredo na novela “Império” (Globo), Nero vez ou outra emplaca uma curta temporada de shows em pequenas baladas de São Paulo e Rio de Janeiro. “Por conta das gravações, está realmente complicado manter uma rotina de shows”, detalha ele.

O artista lançou no inicio do ano o primeiro DVD de carreira que leva o curioso título de “Revendo Amor Com Pouco Uso Quase Na Caixa”. O repertório traz algumas canções autorais e versões de artistas conhecidos, como por exemplo “A Banda”, de Chico Buarque. Abaixo, a faixa “Paixonite”, atual single de trabalho do DVD.

 

 

Ciro Bottini:

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Considerado o rei das vendas da TV por todas as pessoas (com mais de trinta anos), Ciro Bottini é hoje um tiozão piadista, comportado e sangue bom. Dono do bordão “compre, compre, compre”, Bottini mostra as ofertas de utilidade domésticas no ShopTime. O que ninguém sabe é que o loiro já foi vocalista de uma banda de glam rock que cantava em português.

O passado tosco de Ciro Bottini na banda Proteus é agravado pelo teor das letras. No vídeo abaixo, o tiozão das vendas cantava uma canção chamada “Hora de Ceder”, dedicada às mulheres virgens (!?!?). “Vou te dar tudo que quer/Carinho, muito prazer/Feche os olhos, é agora/A sua hora de ceder.”, diz a letra.

Wagner Moura:

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Um dos piores passos dados na carreira de Wagner Moura foi assumir (mesmo que de brincadeira) o lugar de Renato Russo na Legião Urbana, em 29/05/12, num show promovido pela MTV. Por cantar totalmente fora do tom e do tempo, o ator foi hostilizado, virou piada na internet e o assunto chegou a incomodar todos os envolvidos no projeto.

Mas, por incrível que pareça, Wagner também tem uma carreira paralela de cantor. Ele é o vocalista da banda Sua Mãe. O único CD da trupe, “The Very Best of Greatest Hits” (2011), reúne clássicos do brega nacional e canções autorais. Abaixo, a boa versão de “Na Hora do Adeus”, gravada originalmente por Matogrosso & Mathias.

Mario Gomes:

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Certeza de que Mario Gomes fez sua mãe suspirar de orgulho! Um dos maiores galãs das décadas de 70 e 80, o astro não só interpreta bem, como também não desafina nos vocais. Mario é também compositor e escreveu as canções “Rei dos Trópicos”, “Chiclete e Cabochard” e “O Dono da Bola”, esta última, tema de seu personagem em “Vereda Tropical” (Globo), em 1984.

Em entrevista, o ator declara ter quatro discos e que só teria parado de cantar por não conseguir uma gravadora. Em 1985, ele formou uma banda, chamada Mário Gomes e os Supernomes, mas não deu em absolutamente nada. Marião também tentou o ramo de confecções e acertou na mosca. Em 85, ele abriu a MG Confecções, uma fábrica de roupas esportivas e jeans, no Paraná, que atualmente confecciona 20 mil peças por ano para cinco lojas diferentes. Duas no Ceará e três no Rio de Janeiro.

Tarcísio Meira:

Tarcisão não chegou a ser cantor. Ele, como a maioria dos artistas fazia na década de 80, declamou alguns textos românticos em cima de grandes clássicos da música romântica, como “Moonlight Serenade”, de Glenn Miller. Ele só entrou nesta lista para vocês verem o resultado final. E tirarem suas próprias conclusões…

Marcelo & Marcello
Imagine que engraçado uma banda formada por Crô e Ralado? É mais ou menos isso que Los Impossibles foi. Formada por Marcelo Serrado (gaita) e Marcello Novaes (percussão), a banda animou as noites do Rio de Janeiro e São Paulo entre 2001 e 2004. Tratada mais como um encontro de amigos, Los Impossivles fazia versão de Roberto Carlos, Gloria Gaynor e outros. Entre os fãs fiéis, estavam Fabio Assunção e Preta Gil. Uma pena que a banda acabou. Ou não!

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